Encontrar pessoas que se destaquem pelo que elas realmente são por dentro, e pela maneira que elas externam isso, está cada vez mais difícil hoje em dia. A novela da vida está sempre renovando seu contrato, e em seu núcleo, aquelas mesmas pessoas condicionadas a se portarem de maneira pré-escrita.
Quando uma pessoa julga outra, apontando determinados aspectos positivos ou negativos da mesma, ela deve tê-los em mente, sempre, como "de fato". Em outras palavras, a plena convicção de que aquilo é verossímil. Como assim? Bem, vou explicar de maneira mais objetiva. Na minha adolescência, escutei um termo engraçado: N.D.A. (sigla para "Necessidade Demasiada de Atenção"), ele era usado pra designar o porquê de algumas pessoas insistirem tanto no querer "se aparecer".
Algumas dessas pessoas adoram "julgar": apontar defeitos, conotar atitudes, dentre outras coisas. Essas pessoas tem constante necessidade de alimentar os seus N.D.A.s, e como não sabem fazê-lo de outra forma, se condicionam a imitar o que as pessoas vem fazendo desde os primórdios do ser "social", começam a falar mal. Só por falar, ué? Para quem sabe, distrair a mente.
Entretanto, é o "falar-por-falar" que nos mostra quem são esses atores. Essas pessoas que, dizem odiar uma pessoa "X", mas depois de um pileque, estão lá, conversando como se nada jamais tivesse acontecido. Que rotulam "Y" por ele não dividir uma maçã, sendo que elas mesmas compram um saco delas no mercado, e chegam em casa escondidos, para não oferecer a ninguém. É incontestável a capacidade de um "broto" de antipatia causar toda uma série de fatores desconfortáveis para ambas as partes.
Para essas pessoas "pessoas", cuidado! O preenchimento contínuo do N.D.A tem efeitos colaterais severos como, por exemplo, transformar o ser em um N.A.D.A. (deixo a cargo de vocês o destrinchamento dessa última sigla)
quinta-feira, 30 de abril de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
Poesia para um pseudo-Cazuza.
Acorda, homem, pra vida
Que te abraça sem pedir
Faz você se erguer, ao cair
E lambe suas feridas
Corre da dúvida que te cega
O destino tem devaneios entranhos
É aquela pessoa, a quem você renega
Que te faz, hoje, afogar-se em prantos
Perfura, homem, esse seu ego
Desiste dessa sua banalidade
Vai acabar desabando em declive, direto
E por você não existirá saudade
Peneire-se constantemente
Lapide-se, retire o seu excesso
E pela persona do que é certo
Aloje-se, em minha mente
Que te abraça sem pedir
Faz você se erguer, ao cair
E lambe suas feridas
Corre da dúvida que te cega
O destino tem devaneios entranhos
É aquela pessoa, a quem você renega
Que te faz, hoje, afogar-se em prantos
Perfura, homem, esse seu ego
Desiste dessa sua banalidade
Vai acabar desabando em declive, direto
E por você não existirá saudade
Peneire-se constantemente
Lapide-se, retire o seu excesso
E pela persona do que é certo
Aloje-se, em minha mente
quinta-feira, 12 de março de 2009
♪ Pegaram meu cabo do mp4 ... ♪
"Como vou escutar música agora?
Pegaram meu cabo do mp4.
Formataram meu pc, só tem música nele
Pegaram meu cabo do mp4.
Como vou carregar esse troço maldito?
Pegaram meu cabo do mp4.
Ônibus é foda sem nada no ouvido
Pegaram meu cabo do mp4.
E agora como vou dar pala na rua?
Pegaram meu cabo do mp4.
O do meu vizinho é na base do encaixe.
Pegaram meu cabo do mp4."
(Sambinha do nerd que já não pode mais usar os fones de ouvido, já que sofre do mesmo problema que eu: falta de um cabo de conexão!)
Pegaram meu cabo do mp4.
Formataram meu pc, só tem música nele
Pegaram meu cabo do mp4.
Como vou carregar esse troço maldito?
Pegaram meu cabo do mp4.
Ônibus é foda sem nada no ouvido
Pegaram meu cabo do mp4.
E agora como vou dar pala na rua?
Pegaram meu cabo do mp4.
O do meu vizinho é na base do encaixe.
Pegaram meu cabo do mp4."
(Sambinha do nerd que já não pode mais usar os fones de ouvido, já que sofre do mesmo problema que eu: falta de um cabo de conexão!)
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